Por Robson Sales

“Posso não durar tanto quanto as outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã.” No entanto, a falta de preocupação com o amanhã também acabou destruindo Janis Joplin, que preferia viver dez anos a mil que mil anos a dez. Sempre à base de drogas e rock’n roll, no auge da cultura hippie dos anos 60.
Nessa segunda, dia 4 de outubro completaremos 40 anos da morte de Janis Joplin, e este post é uma homenagem a cantora.
Janis nasceu na cidade de Port Arthur, Texas, nos Estados Unidos, no dia 19 de janeiro de 1943. Porém, o processo de sua morte não demoraria a começar. Aos 20 anos de idade, Joplin não controlava mais as doses de drogas que experimentava, incluindo a heroína. Janis sempre bebeu muito durante toda a carreira, e sua preferida era o licor Southern Comfort, com sabor acentuado de chocolate. O uso de drogas chegou a ser mais importante para ela do que cantar, e chegou a arruinar sua saúde.
O fim de Janis Joplin não poderia ser diferente. A cantora, um dos maiores ícones do rock de todos os tempos, morreu de overdose de heroína em 4 de outubro de 1970, em Los Angeles, Califórnia, com apenas 27 anos. Joplin foi cremada no cemitério de Westwood Village, em Westwood, Califórnia. Numa cerimônia digna de um ícone da música, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.

O fato é que o rock não existiria sem a guitarra elétrica e é por isso que esta história começa na pequena cidade de Waukesha, no norte dos Estados Unidos, em 1915. Apesar de um pouco nebuloso, os registros dizem que Lester William Polsfuss é o pai da guitarra. O músico Les Paul já vinha ensaiando os primeiros passos do instrumento, quando a fábrica Gibson o chamou para concluir o projeto nos anos 40. Com o som metálico das guitarras elétricas consolidado, o Rock’n Roll já poderia roubar o mundo.


Luiza Baptista







