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03 outubro, 2010

40 anos sem Janis Joplin


“Posso não durar tanto quanto as outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã.” No entanto, a falta de preocupação com o amanhã também acabou destruindo Janis Joplin, que preferia viver dez anos a mil que mil anos a dez. Sempre à base de drogas e rock’n roll, no auge da cultura hippie dos anos 60.

Nessa segunda, dia 4 de outubro completaremos 40 anos da morte de Janis Joplin, e este post é uma homenagem a cantora.

Janis nasceu na cidade de Port Arthur, Texas, nos Estados Unidos, no dia 19 de janeiro de 1943. Porém, o processo de sua morte não demoraria a começar. Aos 20 anos de idade, Joplin não controlava mais as doses de drogas que experimentava, incluindo a heroína. Janis sempre bebeu muito durante toda a carreira, e sua preferida era o licor Southern Comfort, com sabor acentuado de chocolate. O uso de drogas chegou a ser mais importante para ela do que cantar, e chegou a arruinar sua saúde.

O fim de Janis Joplin não poderia ser diferente. A cantora, um dos maiores ícones do rock de todos os tempos, morreu de overdose de heroína em 4 de outubro de 1970, em Los Angeles, Califórnia, com apenas 27 anos. Joplin foi cremada no cemitério de Westwood Village, em Westwood, Califórnia. Numa cerimônia digna de um ícone da música, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.


27 setembro, 2010

Trilha do Fã - Jimi Hendrix e uma questão

Por Robson Sales

Rubens Pires é, por coincidência, meu irmão. Há algum tempo ele escreveu uma breve opinião sobre a arte, mais precisamente sobre a arte de Jimi Hendrix - que para Rubens é o maior guitarrista de todos os tempos. Meu irmão é um guitarrista em formação e sua opinião pode estar contaminada por ser tão fã.

Mas 'A Trilha' abre espaço para esta discussão, através desta Trilha do Fã: não se fazem mais artistas como antigamente?


Em 1967, o mundo conhecia Jimi Hendrix, o que iria se tornar um dos maiores nomes da música pop, e o
maior da guitarra. Mas o que quero escrever aqui, são as lições que ele nos ensinou. Hendrix não queria saber se a música era considerada comercial, ou não. O quanto podia ter fama e dinheiro, ou se a música iria soar radiofônica. Jimi Hendrix tocava porque simplesmente amava tocar e se preocupava o quanto aquilo poderia levar alegria às pessoas e ajudar a mudar o mundo. Como de fato conseguiu.

Apesar de ter uma carreira curta, sua passagem foi tão impactante que em apenas quatro anos se tornou um mito.

Mas infelizmente, acredito que seria quase impossível surgir uma figura que se tornasse um mito hoje em dia. Pois ninguém está preocupado com a arte 100%, ago que consequentemente dá dinheiro. E sim, aparecer na TV, na MTV, ou estar em primeiro lugar nas rádios, enfim...

Agora a resposta está com você: Se faz ou não se faz artistas como antigamente?

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Trilha do Fã - Depoimento de Cristal Proença (The Rasmus)
Trilha do Fã: Depoimento de Luana Bernardes

13 julho, 2010

Viva o Rock'n Roll



O fato é que o rock não existiria sem a guitarra elétrica e é por isso que esta história começa na pequena cidade de Waukesha, no norte dos Estados Unidos, em 1915. Apesar de um pouco nebuloso, os registros dizem que Lester William Polsfuss é o pai da guitarra. O músico Les Paul já vinha ensaiando os primeiros passos do instrumento, quando a fábrica Gibson o chamou para concluir o projeto nos anos 40. Com o som metálico das guitarras elétricas consolidado, o Rock’n Roll já poderia roubar o mundo.

Porém, mais que arrebatar corações, Elvis Aaron Presley virou lenda e se tornou um personagem imortal (literalmente?). O Rei do Rock, ou Elvis The Pelvis, devido seus requebrados que levavam os brotos à loucura, emplacou tantos sucessos que mesmo trinta anos depois da sua morte (ou não), ainda é o maior detentor de hits nas paradas de sucesso e, pelo mundo, já vendeu mais de 1,5 bilhão de discos.


Mas a história do Rock não ficaria completa sem algumas páginas sobre o maior fenômeno midiático da música mundial: The Beatles. Os garotos de Liverpool, com aquele jeitinho de bons moços, deixaram e deixam o mundo aos seus pés.

E outros tantos rockeiros se seguiram. Bob Dylan no álbum “Highway 61 Revisited” completa sua transição do folk para o rock. Dois anos depois o Velvet Underground dá as caras no cenário. Nessa época se destacavam também The Doors, e os Rolling Stones que lançaram uma de suas mais famosas músicas, “Sympathy for the Devil”, do álbum Beggar’s Banquet em 1968.

Jimi Hendrix é outra figura que não pode ser esquecida quando o assunto é rock. Seu disco “Are You Experienced” é um dos marcos dessa história. E como falar de Jimi, de rock e não citar Janis Joplin? Janis foi pioneira, a mulher que mais se destacou no cenário masculino do rock dos anos 60. Cenário esse que se seguiu nos anos 70 com bandas como The Who, Led Zeppelin, Black Sabbath, Pink Floyd, Queen, Ramones, Sex Pistols, Joy Division, The Clash e AC/DC.

Nos anos 80 apareceu o rock melancólico dos Smiths (sempre os ingleses!). E outras bandas de destaque como Guns N’ Roses e o U2. Da década de 90 não podemos deixar de citar o Nirvana e seu álbum “Nevermind” com faixas como “Smells Like Teen Spirit” e “Come As You Are”que revolucionaram o rock mais uma vez. E ainda nos anos 90 o Oasis e o Blur deram partida ao britpop. Mais pro final da década, em 1997, o Radiohead lançou o aclamado “Ok Computer”e subiu ao posto de principal banda de sua geração.


E nesta década... Essa parte da história do rock, pedimos a você, leitor, que escreva o que há de melhor. Dê sua opinião. Qual sua banda favorita de rock da atualidade?