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Jornal Extra - Roda de Samba








Para quem quiser curtir um bom samba, pode visitar o Carioca da Gema, apesar do aperto no lugar de decoração rústica.

Fachada do Teatro Nelson Rodrigues
Desde 1989 o Teatro Nelson Rodrigues integra a CAIXA Cultural no Rio de Janeiro, mais precisamente na Avenida Chile, no Centro da cidade. O prédio tem uma arquitetura bem interessante em forma piramidal com jardins, passarelas e espelhos d’água. Uma das fachadas tem um revestimento muito bonito em baixo-relevo com desenhos que lembram figuras egípcias. Na parte interna, impressionam os grandes painéis entalhados em madeira pelos artistas Ernani Macedo e Roberto Sá e os mosaicos de Freda Jardim.
Na última sexta-feira tive a oportunidade de assistir ao show ‘Estação Melodia’ (com Luiz Melodia) no local. Fiquei no camarote, que provavelmente não é o melhor lugar, mas mesmo assim tive uma boa visão. O Teatro Nelson Rodrigues tem uma lotação de 388 lugares numerados, sendo 2 para cadeirantes, em um anfiteatro e um camarote; as cadeiras são acolchoadas e bem confortáveis.

O prédio da CAIXA na Avenida Chile é composto de 3 andares. No primeiro fica o teatro Nelson Rodrigues (antigo Teatro do BNH), que ganhou esse nome em homenagem a seu espetáculo de estréia “Vestido de Noiva”.É no 1º andar que acontecem as apresentações musicais da unidade. No 2º andar funciona o Espaço Gente Arteira, um projeto voltado para a realização de oficinas que atendem principalmente alunos da rede pública de ensino e pessoas atendidas por ONGs, a fim de proporcionar uma inserção social através da arte. E no 3º andar fica a Grande Galeria, um amplo espaço que recebe exposições de artistas nacionais e internacionais.
O prédio da CAIXA Cultural no Rio de Janeiro é muito bem localizado no centro da cidade. Para quem vai de carro, a casa de espetáculos tem um estacionamento rotativo pago no local com entrada pela Rua Silva Jardim.




Por Robson Sales
Mas a história do Circo Voador vai muito além dos bailes de dança de salão...
Um grupo de artistas, liderados por Perfeito Fortuna e a trupe Asdrúbal Trouxe o Trombone, estavam carentes de espaço quando tiveram a ideia de montar uma lona cultural. Primeiro, o circo foi armado na praia mais famosa dos anos 1980: o Arpoador, em Ipanema. O que era para durar apenas o mês de janeiro, se estendeu por todo o verão de 1982. Se não fosse a fiscalização retirar a lona azul e branca, as apresentações continuariam inverno afora.

O sucesso empolgou os produtores, que procuraram alternativas para continuar o projeto. Até que, em 23 de outubro de 1982, a prefeitura cedeu um terreno sob os Arcos da Lapa, e entre 54 palmeiras imperiais pousou o novo Circo Voador.
As luzes do sucesso estavam viradas para o Circo, que foi o berço do Rock Brasil e de bandas que marcaram uma geração como Barão Vermelho, Blitz e Paralamas do Sucesso. Já nos anos 1990, a histórica casa foi porta de entrada para talentos como Lenine, Cidade Negra, e O Rappa.
Mas as dívidas fecharam o Circo Voador em 1996. Além disso, a casa não conseguia manter os vizinhos longe do barulho das guitarras, até que a Prefeitura carioca cassou o alvará. Porém, nenhum outro espaço físico surgiu como alternativa e, em julho de 2004, o Circo Voador voltou ao Rio de Janeiro e à cultura brasileira.
O Circo Voador é mais que uma casa de shows. O Circo fomenta cultura, forma artistas e abriga alguns movimentos culturais mais importantes para a cidade do Rio de Janeiro.

A aura que ronda o Circo atravessou mares e quando a banda escocesa Franz Ferdinand veio ao Brasil, fez questão de tocar na histórica e aconchegante casa de espetáculo. Da Zona Sul à Zona Norte, quem for ao Circo Voador vai se sentir bem recebido. Há uma magia por lá, que faz o show ser ainda melhor!
Chegar lá é simples, a Lapa fica próxima a Cinelândia e ao Passeio Público. Mas estacionar o carro é ruim.
De ônibus, se você vem da Zona Norte pode pegar o 433 ou 434, que passam em frente ao Circo Voador. De táxi, até o maracanã dá, no máximo, R$ 15. Ainda há o metrô, que circula até meia-noite.
Para Zona Sul, o 433 e o 434 vão para o Leblon e passam pela Av. Nossa Senhora de Copacabana e pela Lagoa. O 409 passa pelo Jardim Botânico e Humaitá. No aterro e na Cinelândia há mais opções de ônibus, embora nem sempre seja seguro ficar esperando condução naquela praça. Até o Leblon, uma corrida fica por menos de R$ 25.
Quem mora do outro lado da poça e não tem carro, não desista! Há vans e ônibus, que saem de Icaraí e passam pelo centro, que te deixam na Lapa. Se for de barcas, vai andar um pouco, de 20 a 30 minutos. Na volta, não há mais barcas nem ônibus. O jeito barato é pegar um táxi até o ponto final do 100, o motorista vai te cobrar R$ 7, nunca mais que isso. Ou então vá direto, negocie com o taxista. Por R$ 40 reais ele te leva até Icaraí, na porta de casa.

Luiza Baptista
@luizabaptista

Luiza Barros
@LuizaMBarros
Mariana Coutinho
@mariscoutinho
Raiane Nogueira
@raiane_nog

Robson Sales
@robsonsales