09 março, 2011

A Melô do homem cachorrinho


O carnaval acabou e o Dia Internacional da Mulher já passou. Porém, esse início de ano deixa como legado a canção do homem cachorrinho: “Vou não, quero não, posso não minha mulher não deixa, não. Não vou não, quero não.” Agora é a mulher quem manda. (Será?)

O hit de autoria do grupo Aviões do Forró em parceria com o compositor Reginho tomou conta dos trios elétricos de norte a sul do país. Em Salvador, Ivete Sangalo brincou com a música em pleno dia da mulher: "Homem que é homem mesmo obedece a mulher. Você diz não vai, ele não vai. Você diz finge de morto, ele finge. Porque lá em casa é o seguinte, a última palavra é minha: 'Sim, senhor’”, disse Ivete no alto do trio, vestindo um biquíni de oncinha, para os milhares de foliões.


Mas a resposta veio rápido, com o mesmo tom e ritmo de gosto duvidoso, porque o homem não poderia aguentar tanta repressão nessa história da mulher ciumenta. Uma versão de autoria desconhecida da música repetiu o sucesso, dando a resposta: “Sim, eu vou sim, minha mulher não manda em mim”.

E agora, no mundo moderno de direitos iguais, quem manda em quem? Aqui em casa a última palavra é minha.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Sugira, comente, manifeste-se sobre esse post!